segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Fumacê à beira do Guaíba (nem é, tá!)

Mas bah, tchê, foi eu dar uma voltinha a trabalho pela China e África do Sul, com escalinhas na Alemanha e Inglaterra pra estágios, e umas promenades por Espanha e Portugal que, de retorno, já vejo absurdos pestilentos, dantes daqui banidos, de volta às públicas vias.



Tão ali na mais pacata serenidade os do povo dando uns resfetelos pelas margens plácidas do Guaíba, esperando o visu do sol ao pôr-se, quando, eis senão, com placa vermelha de Guaíba, tendo vindo davizinha cidade nossa, volta fazendo um fumacê que nem é natural.
Coisa de agradar a personagem do Chico... aquela que quer cheirar fumaça de óleo diesel.


Já não é a primeira vez que se vê vindo dos ares raros da Zona Sul bela da cidade, em disputa ferrenha com as espigas enormes que vão brotando junto à orla Outra história grotesca!), essa jabureca pestilenta a fumaçar no rostinho d'eu recém banhado, das gentes sofridas nas paradas de ônibus, ou nas face suadas dos pedestrianistas em exercício na Edvaldo Pereira Paiva.


Tem ninguém mais na cidade pra cuidar do tráfego pestilento dessa coisarada aí?
Qué feito da fiscalização do ambiente pela agência pública local?
Cabô?



Quando sobe o rampão vindo da Diário de Notícias pra entrar na Padre Cacique, a bicheira falta só andar de ré, resfolega, apita, chia, e fumaceia a nojeira.
Poca vergonha!
Cosa de loco!

Dia de hoje, 5 de dezembro de 2011, às 18h10min.

Vá de retro, capataz!
Saravá.
Tutufum!

(Observação, texto, imagens e semelhanças minhas: Juli Bauer.)


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