
Essa amiga nova minha me dá tanto prazer de ficar olhando ela rir e fazer das delas que seja risco, traço, desenho, aquarela... é tudo uma pintura nela.
Ela mesma é uma pintura, a figura meiga e doce, a beleza que vem de dentro em avalanche, em terremotos e erupções telúricas, por vezes vulcânicas, se diria mais de antanho.
Não escrevi dir-se-ia pela razão única de que é Maria Helena Piccinini o nome da Marihê que pinta e vai nos brindar com nova fase... sendo até de lua ela, agora dia 16 de setembro este mesmo que se vai indo se esvaindo lentamente e inexorável no rumo da minha primavera, aquela mesma que não é virgem, pois que de libra é.
A exposição Pintura em Expansão - desdobramentos de uma Experiência - de Marihê tem vernissage às 19 horas, na Galeria do DMAE, na Rua 24 de Outubro, 200, bairro Moinhos de Vento e fica lá até 15 de outubro.

Marihê é um amor novo meu, conhecida de há pouco, artista de mão cheia, que abandonou pincéis por tanta necessidade de querer ser e mostrar que é o que pensa que se viu duma hora pra outra passando as mãos nas telas e as tintas lhe brotando em tons e semitons e tantãs, dos dedos macios. Marihê acaricia nossas íris e pupilas com gosto. E nos delicia. E ponto.

Pra lá foi que Maria Helena Piccinini, a minha querida amiguinha Marihê ganhou um edital de exposição de artes.
Viva!
Vá!

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