Vez em quando piro eu
e não tem jeito... pirueta
Tenho preguiça até de ser terna
tem isso distância exata da biruta
igual à vontade de ser ao vento
é coisa que se equilibra ao leo
mas meu signo não é balança...
Vi, vejo coisas e pouco tenho
Não me fazem falta,
mas era bom poder ter,
penso quando em vez,
se pessoas outras também as tivessem...
dá problemas o corpo não carrega o pensamento,
fica uma versão apenas da idéia
eita jornada longa!
de esperanças, e
a isca é só azul, infinita...
confiscada pela realidade,
por isso entre o mito e o real
como a cobra do pequeno príncipe,
poderia ter engolido um elafante...
ou não.
Se é real, é lisa...
Não deixa de ser leitura possível.
E pode não passar de brincadeira com as palavras e os sons delas...
Assim, Gim, fiz em vão!
sexta-feira, 23 de julho de 2010
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2 comentários:
Caríssima, Ju, olááá!
Reencontro de prima, esse meu contigo hoje.
Eu deveria estar trabalhando, mas não posso te deixar passar sem cumprimentar.
Voltarei para te reconhecer entre as palavras, querida.
Bjão
Gratinada fico com tu linda assim aqui com eu. Beijão di mim.
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