
Capa de Carolina Machado
Cairam-me, pessoas, todas as partes cadentes ao ver tal criação de minha sobrinha, a querida e amada Carolina Machado, tim de quinzaninhos tão só, e de mente fértil de grande gente.
Pegou a idéia do poder bandido que gera poder na real da ordem que gera poder bandido que gera tudo di novo e meteu bala, numa boa, na tri legal.
E que capinha pra vestir a prosa dessa segunda novela do Bauer, que promete dar o que falar em poucas rodas de literatos e frequentar muita boca pouco santa.
Pelo que já peguei de ganchos que algumas pessoas me enviaram de impressões de leitura de partes e conversas que vem tendo com o autor nosso amigo daqui e conhecido de ali e diacolá, tô sabendo que a publicação já toda prontinha, revisada três vezes pela Glória Athanázio, que também vai fazer a apresentação, e já vai pro pontoPDF logo e pra gráfica em abril e que o Bauer não aguentou eesperar o interesse do comércio livreiro e vai bancar de novo edição de autor, mesmo sem isbn, que tá custando os óios pra fazer uma registração independente pra virar obra oficial. Pelo que sei, o livro é livro mesmo sem esse número de comerciantes, embora não possa frequentar alguns concursos. Mas sei também que o Bauer nem é muito chegado a concurso, que nessa ocasiões tem leitores especializados que tem gosto preparado, apurado e tudo parece apressado, mas não é porque é tudo estudado.
Sei lá. Talvez seja só impressão errada d'eu.
Quando tiver a apresentação, se eu chegar perto dela, prometo publicar por aqui.
Como se viu, o título que era Hospedaria do Capeta, passou a ser Hospedaria do Diabo, chegou a ser Império da Ordem Bandida, que quase ficou 666 O Império Bandido, restou sendo O Império Bandido.
Sei também que tem 42 capítulos, que o número de páginas vai depender da caixa, do corpo da letrinha escolhida, das aberturas dos capítulos, do formato final da brochura (ué, é isso mesmo!).
Aguardem.
Em abril, logomaisinho, tem outra novela do Bauer. Tô querendo saber do tudo que vão nos apresentar a lavadeira de roupas Carlota, a serventuária da justiça Ofelina, favelada como a guria Alzira que não quis ser rainha da escola de samba pra fazer vestibular de comunicação e trabalhar com reportagem, pra escapar do morro controlado pelo Carantonha...
Tem ainda a Fifi, o Nisso, os inspetores Valafora e Cheguêva, que se misturam em enroscos toscos e tortos. Morre gente. Tem gente que se ama. Nasce criança. Aparece uns polícias sequestradores de crianças e um governador chegado numa rinha de cachorro grande.
O gênero, pode-se dizer, é uma novela policial.

4 comentários:
JÁ É UM SUCESSO !!!!!
gemntil tu, querida linda. vou dizer ao Bauer, já!
Lindona !!!! Dê um beijo no Bauer p mim!!!
Tu é linda ígual ao teu pai !!!!
O coração então...c certeza...maior ainda !!!!!
Já te amo...faz tempo!
Beijocas!!!!
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